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Prefeitura vai gastar R$ 6,8 milhões sem licitação para recuperar cidade

Prefeitura vai gastar R$ 6,8 milhões sem licitação para recuperar cidade

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O prefeito de Rio Preto, Valdomiro Lopes (PSB), telefonou ontem para o promotor Sérgio Clemetino, que pediu explicações sobre aditivo de contrato das obras antienchente, que são realizadas pela empresa Constroeste. O prefeito autorizou aditivo no contrato que já soma R$140 milhões para reparo de buraco na avenida Bady Bassitt.

Valdomiro disse em entrevista na semana que passada que o estrago não foi provocado pelas obras. O MP deu prazo de 15 dias para o governo explicar o motivo do aditivo, que já não estaria previsto no contrato da obra. Valdomiro tentou justificar a medida na conversa ao telefone, que durou cerca de 15 minutos.

“Ele (prefeito) disse que não foi a obra antienchente que provocou o buraco e sim canal antigo e que haveria possibilidade do aditivo”, afirmou. Clementino disse que apesar as justificativas, aguarda resposta oficial do município. “Mantenho o questionamento e aguardo as respostas”, afirmou o promotor. O MP também espera explicação sobre prorrogação no prazo da obra.

A Prefeitura de Rio Preto vai gastar mais R$ 6,8 milhões para consertar os estragos causados pelas chuvas do último mês. Empresas que serão contratadas deverão trabalhar em 13 locais diferentes que ficaram com estrutura comprometida. É o que aponta relatório da Defesa Civil apresentado nesta sexta-feira.

O documento, elaborado pelo órgão com auxílio da Secretaria Municipal de Obras, relata detalhes das intervenções (veja acima). Na maioria deles, o asfalto foi engolido por crateras e o trânsito está totalmente ou parcialmente interditado.

Na lista não consta o buracão que engoliu o canteiro central, postes e árvores na avenida Bady Bassitt. Para esse reparo, a Prefeitura vai gastar outros R$ 850 mil por meio de aditivo no contrato das obras antienchentes, que estão sendo executadas pela Constroeste. Somados os dois orçamentos, os gastos estimativos para recuperar a cidade já chegam a R$ 7,6 milhões.

O relatório da Defesa Civil serviu como base para o Prefeito Valdomiro Lopes decretar situação de emergência na cidade e com isso contratar empresas para os trabalhos sem a necessidade de licitação.

O prefeito nega que esse seja objetivo do decreto. “A decretação tem em vista tentar buscar recursos junto aos governos federal e estadual para consertar diversos pontos da cidade que estão distantes do Centro”, afirmou.

Um dos bairros que mais sofreu com a força das chuvas foi o São Marcos, zona Sul da cidade. Três ruas que passam sobre o córrego Baixada Seca sofreram com a erosão. Em uma delas, na rua Augusto Bossa, parte da rua foi levada, impedindo a passagem de carros.
Estragos também ocorreram na avenida Luís da Cruz Martins, ao lado do Bosque Municipal. Meia pista foi afetada por uma erosão. O mesmo aconteceu na rua Sebastião Gonçalves de Souza, cruzamento com a rua Nhandeara, no Eldorado.

“No relatório estão apenas os locais que precisam de obras maiores, que não têm condições de serem feitas pelas secretarias de Obras e Serviços Gerais. Além delas, estamos trabalhando até aos sábados na limpeza e reparos na malha viária”, afirmou o coronel Ivano Pedro Rodrigues Filho, coordenador da Defesa Civil e secretário de Serviços Gerais.

Comerciantes pressionam

Preocupados com a situação do comércio e irritados com as obras antienchentes, comerciantes da avenida Bady Bassitt foram na manhã desta sexta-feira, dia 4, ao gabinete do prefeito cobrar agilidade e uma série de melhorias.

Os comerciantes querem a isenção de alguns impostos, entre eles o IPTU, e acesso ao cronograma de obra, além do fim da cobrança da Área Azul nas imediações da obra do buraco aberto na última chuva. “Isso tudo é pouco diante dos transtornos e prejuízos que estamos sofrendo. Meu movimento de balcão caiu em 70%”, disse Arnaldo de Andrade Júnior, da Gopina, loja de ferramentas e máquinas.

Valdomiro Lopes afirmou que vai acatar o pedido da não cobrança da Área Azul e que a isenção do IPTU está sob análise da procuradoria do município. Um profissional da Secretaria de Obras foi nomeado para ser um canal direto de comunicação com os comerciantes.

Prefeito telefona para promotor


O prefeito de Rio Preto, Valdomiro Lopes (PSB), telefonou ontem para o promotor Sérgio Clemetino, que pediu explicações sobre aditivo de contrato das obras antienchente, que são realizadas pela empresa Constroeste. O prefeito autorizou aditivo no contrato que já soma R$140 milhões para reparo de buraco na avenida Bady Bassitt. 

Valdomiro disse em entrevista na semana que passada que o estrago não foi provocado pelas obras. O MP deu prazo de 15 dias para o governo explicar o motivo do aditivo, que já não estaria previsto no contrato da obra. Valdomiro tentou justificar a medida na conversa ao telefone, que durou cerca de 15 minutos. 

"Ele (prefeito) disse que não foi a obra antienchente que provocou o buraco e sim canal antigo e que haveria possibilidade do aditivo", afirmou. Clementino disse que apesar as justificativas, aguarda resposta oficial do município. "Mantenho o questionamento e aguardo as respostas", afirmou o promotor. O MP também espera explicação sobre prorrogação no prazo da obra. 

Fonte: diariodaregiao


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