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Advogado atropela homem e corpo fica 15 horas em vala

Advogado atropela homem e corpo fica 15 horas em vala

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Um homem morreu após ser atropelado por um carro, conduzido pelo avogado Leandro Pereira da Silva, 40 anos, na madrugada de domingo, dia 3, na rodovia Washington Luís (SP-310), em Rio Preto.

O acidente aconteceu por volta das 2h, mas a vítima só foi encontrada aproximadamente 15 horas após o atropelamento, depois que a advogada de Leandro procurou a Polícia Civil para se informar sobre o ocorrido. Até então, a polícia não havia sido informada sobre o acidente.

De acordo com o registro policial, a advogada Bruna Lemes Feboli chegou à Central de Flagrantes por volta das 16h, à procura do boletim de ocorrência, que ainda não havia sido elaborado. Ela informou à polícia que corpo da vítima ainda estava em uma vala, no quilômetro 432 da rodovia.

O delegado Davi Ferreira da Rocha, acompanhado do investigador Vicente Benicasa Junior, esteve no local do acidente. Lá, a Polícia Civil encontrou o corpo do rapaz atropelado jogado em uma vala, no canteiro central da rodovia. Uma das pernas da vítima foi encontrada a cerca de 20 metros do corpo.

O homem usava uma camiseta preta, uma calça também preta e meia branca. Ele não tinha nenhum documento e o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Rio Preto, onde aguarda reconhecimento dos familiares.

A advogada de Leandro informou à polícia que seu cliente, que é de Mirassol, esteve em uma boate em Rio Preto para uma comemoração de aniversário. Ele voltava com a namorada para cidade de Cedral, onde mora a moça, quando atropelou o homem na rodovia.

À polícia, a advogada informou ainda que, após atropelar o homem, Leandro parou no acostamento para ver o que havia ocorrido. Quando percebeu que a vítima estava morta e sem uma perna, teria entrado em desespero e ido embora do local. Bruna relatou à polícia que seu cliente não ingeriu bebidas alcoólicas.

A reportagem procurou o advogado que dirigia o carro, mas o celular dele estava desligado. O celular da namorada de Leandro, que estava no carro no momento do acidente, também estava desligado. Bruna, advogada de Leandro, também foi procurada. No celular, ela não atendeu às ligações da reportagem. No escritório ela também não foi localizada.

O advogado responderá por homicídio culposo na direção de veículo automotor, omissão de socorro e fuga de local de acidente. O caso será investigado pelo 7º Distrito Policial.


Fonte: diariodaregiao


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