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Estudantes criam armadilha para capturar Aedes aegypti

Estudantes criam armadilha para capturar Aedes aegypti

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Uma garrafa pet, fita adesiva, tule, lixa, arroz e água. Com esses objetos, alunos de uma escola particular de Rio Preto produziram armadilhas para capturar larvas do mosquito Aedes aegypti. A proposta da iniciativa é identificar se o inseto está circulando nos bairros onde moram, além de ficarem mais consciente da importância de não deixar água parada. Ao todo, 130 alunos do colégio Adventista participaram do trabalho. Durante 30 dias eles fizeram um relatório diário sobre o experimento.

A maior parte das larvas capturadas na armadilha foi encontradas nos bairros São Marcos, São Francisco, Cidade Jardim, Ouro Verde, Cristo Rei, Laranjeiras, Parque Celeste, Quinta das Paineiras, Jardim Cambuy, Condomínio North Valley, Eldorado, Parque Industrial, José da Silva Sé, Condomínio Vera Cruz, São Deocleciano e Mini-distrito Centenário Emancipação.

Todos os bairros estão em áreas onde o Índice Breteau - que mede a infestação do mosquito - está acima do que é considerado ideal pela Organização Mundial de Saúde. Dois deles inclusive - São Francisco e Parque Industrial - estão entre os cinco maiores índices, o primeiro com 6,2 e o segundo com 5,6.

Experimento

Cada aluno confeccionou sua própria armadilha, que tem como base uma garrafa pet cortada ao meio. A boca é virada para baixo e o bico da garrafa encapado com tule. Grãos de arroz para atrair as larvas são depositados no fundo da garrafa, que posteriormente é enchida com água. O cone formado pela parte de cima da garrafa virada de cabeça para baixo é lixado para que os ovos do mosquito possam grudar no plástico.

Quando as larvas nascem, elas vão para o fundo da garrafa e não conseguem voltar por conta do tule. O estudante Otavio Eduardo da Silva, 12 anos, ficou espantado com o resultado do experimento feito em sua casa, no bairro Parque Industrial. “Ninguém lá em casa pegou dengue, mas armadilha ficou cheia de larvas. Temos de ter cuidado”, disse. Na casa de Julia Grella, 12 anos, no bairro Cidade Jardim, a armadilha também captou as larvas depois de uma semana instalada.

“Foi muito rápido. Quando vi estava cheia. Isso serviu para ficarmos mais atentos”, disse. De acordo com a professora de ciência Izabel Cristina Galbiatti Vespa, o trabalho serviu para que os alunos possam ficar mais conscientes sobre os cuidados com o Aedes. “Tudo foi relacionado ao que eles estão estudando. Aprenderam também sobre a necessidade de uma cadeira alimentar equilibrada. Nas cidades quase não vemos mais sapos, por exemplos, então os insetos predominam”, disse.

Além das armadilhas, a escola distribuiu aos alunos mudas da planta citronela, que funciona como um repelente natural contra o Aedes. “Quando o aluno vê na prática a aprendizagem se torna muito melhor. Eles acabam conscientizando toda a família”, disse Marlene Chiaroti Oliveira, coordenadora pedagógica do colégio Adventista.

Fonte: diariodaregiao


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